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Nintendo Ds

Postado dia 22/09/11 por [name] |


The World Ends With You é um dos melhores (e mais criativos) RPGs do Nintendo DS, mas as vendas baixas do mesmo praticamente minaram as chances de uma sequência... Ou não.

Em uma recente entrevista à Famitsu, o produtor Tetsuya Nomura deu a pista de que a aparição de Neku em Kingdom Hearts 3D é um sinal de que algo maior está por vir.

Nomura não disse explicitamente que será feita uma sequência de TWEWY, mas ele disse que "algo" está sendo trabalhado. Esperamos que não seja outro Theathrythym Final Fantasy da Vida, não é?

Kingdom Hearts: Dream Drop Distance sai em 2012 e é exclusivo do Nintendo 3DS

Postado dia 28/08/11 por [name] |

O estúdio CyberConnect 2 é conhecido por ser o desenvolvedor da franquia .hack// (PS2 e PSP), além de ter desenvolvido os jogos de Naruto para o PS2 , PSP e PS3 (A série Ultimate Ninja), além de estar por detrás do vindouro Asura's Wrath. Na verdade o estúdio fez basicamente só isso em 15 anos de existência, além de outros dois jogos de Playstation. Um deles, inclusive, Tail Concerto é antecessor espiritual de Solatorobo. Enfim, a Bandai-Namco causou algum burburinho ao lançá-lo no Japão e a Famitsu (uma das principais publicações de games do Japão) deu uma nota boa ao jogo. E agora, nesse segundp semestre de 2011, o jogo finalmente aportou no ocidente. Veremos como ele se sai.

A história de Solatorobo se passa nas ilhas flutuantes da República de Shepard, aonde duas raças de furries (cães e gatos e não, esse parentese não foi pra explicar o que é um furry, mas sim as raças) vivem. Os cães são denominados Caninu e os gatos são conhecidos como Felineko. As ilhas flutuantes estão sobre um mar de Plasma e sua língua nativa é o Francês. Seus habitantes desenvolvem e empregam robôs especializados para fazer as tarefas diárias. Red Savarin, um Caninu é contratado para obter um importante arquivo que foi roubado e embarca na aeronave Hindenburg , aonde ele encontra um misterioso medalhão. Uma criatura gigante chamada Lares aparece diante da aeronave e a destrói. Enquanto Red escapa, ele encontra Elh Melizee, uma misteriosa Felineko. Juntos, ele e Elh viajam pela República de Shepard, com sua irmã mais nova Chocolat Gelato, desvendando os segredos do medalhão que ele obteve e descobrindo o segredo por trás do passado de Elh.

O jogo é um RPG de ação com elementos de Plataforma. Você cumprirá missões para seguir a trama e quests. O jogo basicamente usa apenas um botão de ataque, para agarrar seus inimigos e arremessá-los. O interessante do jogo, é que você tem que ser criativo no uso dos agarrões, tendo que encontrar um ponto fraco no inimigo ou dar a volta pelas costas deles. Depois de um tempo no jogo, novos "combos" estarão disponíveis, inclusive um pilão. Isso mesmo, um Pilão. 

Um dos pequenos problemas de Solatorobo é sua dificuldade... Apesar da duração mediana do jogo (cerca de 13 a 15 horas), não tive muitas dificuldades em zerá-lo, de fato, você pode levar muitas bordoadas nos chefes, mas basta ter calma, paciência e um bom timing de contra ataque que você vencerá. As quests em si tem pontuações que aumentam seu Rank de caçador, muitas vezes necessário para algumas missões da história principal. Não foi apenas uma vez que fui "impedido" de seguir com a história por conta do meu Rank de caçador.

 

Algumas missões exigirão que seja usado o modo de vôo de seu robô. Com um controle de câmera decente e comandos simples, é bem gostoso de se voar por entre as ilhas, caso o seu boost esteja acabando, pouse em uma ilha para recarregá-lo, pois se ele zerar e você cair, voltará para a última ilha em que pousou, que pode estar bem longe de seu destino. Também há as corridas aéreas, que são bastante semelhantes as corridas da versão DS de My Sims Sky Heroes, só que sem o mesmo polimento. Não é comum você ter de repetir uma missão por conta das barreiras delimitadoras que acabam prendendo sua aeronave. Por sorte a maioria delas são opcionais, e mais, você ainda pode sacanear seus colegas no multiplayer do Air Race GP...

 

 

Graficamente tem seus altos e baixos. As duas animações de abertura são feitas pelo estúdio Madhouse, e são de qualidade ímpar. As cutscenes principais são muito bem feitas, as cenas normais são com artworks excelentes e os cenários por onde você anda são todos maravilhosos e estupendos, fazendo bom uso do DS. Mas, duas ressalvas a fazer. O design de alguns inimigos normais não é muito criativo, e os NPC's... Simplesmente parados, estáticos sempre! Não necessariamente estáticos, mas ainda assim parados. 

 

Sonoramente é muito bom, a trilha do jogo é bem composta (E virá um CD com a trilha na edição americana do jogo) com ótimos temas. A dublagem contem frases esparsas, mas é notável o esforço dos seiyuus para falar em francês. Os efeitos sonoros estão na medida.

Finalizando, Solatorobo é o melhor jogo lançado pro DS em 2011, sim... Melhor que Pokémon Black/White, e dá um fôlego final antes dos donos de DS o trocarem por um 3DS ou por um PS Vita, sei lá... Mas enfim, se tiver a chance, jogue! Não irá se arrepender!

 

P.S.: O protagonista de Tail Concerto faz ponta em Solatorobo.

Postado dia 14/07/11 por [name] |

 

Há algumas semanas atrás, você conferiu no Gamers Invaders, a análise de Harry Potter and The Deathly Hallows Part 1: The Videogame, um jogo que apesar dos defeitos, é jogável e passável (seu score aqui foi um C). Um ano se passou, e como o DS já é um console em fim de vida, o que poderia se esperar da sequência baseada no oitavo filme de Harry Potter, é um jogo pior que seu antecessor, certo? É o que veremos aqui. E sim, o review foi escrito as pressas para bater com o lançamento do jogo.

 

O jogo se baseia no oitavo filme, Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2, e começa de onde o jogo anterior terminou. Bem, mais ou menos, já que o jogo terminou após Harry, Ron e Hermione fugirem da mansão Malfoy e Dobby morrer, e neste jogo, você terá que refazer este trecho, começando com o auxílio de Dobby e a Fuga da Mansão. De lá, Harry e seus amigos terão que planejar o próximo passo para encontrar as horcruxes restantes e liquidar de vez Lord Valdomero, digo, Lord Voldemort... Malditos trendings do Twitter que nos forçam a criar piadas como essa...

De qualquer modo, o número de personagens jogáveis aumentou, assim como suas funções. Ao invés de termos apenas Harry, Ron e Hermione, com o jogo alternando o parceiro de Harry no anterior, aqui temos uma boa gama de personagens. Ainda serão alternados conforme a necessidade do capítulo, porém sendo bem mais do que três, cada um tem uma função única. Harry pode consertar objetos quebrados, Hermione pode abrir certas portas, Ron pode usar seu desiluminador para transportar a luz de uma lampada até a outra, Neville faz plantas crescer, Minerva Mc Gonnagall se transforma em uma gata. A versão de DS conta com um personagem exclusivo, que é o professor Flitwick (Toma essa, consoles principais!).

Esses feitiços de Função única (exceto o de Minerva) são executados da mesma maneira que em Lego Harry Potter, clique no objeto e faça o desenho indicado com a stylus na touch screen. Alguns objetos podem ser interagidos na tela, com um toque neles e depois "raspando" com a stylus da esquerda para a direita. Isso é necessário para resolver alguns puzzles. Afora o feitiço único, há o feitiço de ataque (clicando no alvo), o protego, feitiço de defesa (segurando o L ou R), um feitiço para atordoar (varia a animação, mas o efeito é o mesmo) e o feitiço multiplo, que atinge os inimigos em um arco de ataque..

Por uma graça divina, a produtora eliminou os feitiços auxiliares e ítens do jogo, as poções de cura são encontradas ao derrotar alguns inimigos. Por outro lado, para incentivar um pouco a exploração dos cenários, existem em cada estágio, 4 pedaços do Brasão de Hogwarts e um emblema da marca negra. Achando os quatro pedaços do Brasão, pode-se aumentar um pouco a barra de vida (em um coração) ou aumentar a barra dos feitiços de atordoar. Achando-se as dez marcas negras do jogo, habilita-se Valdomero no modo multiplayer.

O jogo corre com mais naturalidade que o anterior, a alternancia entre personagens para fazer puzzles é uma das chaves para poder se prosseguir aqui, e tem certos puzzles que, sinceramente nem sei como consegui resolvê-los. Não que estejam difíceis, mas estão mais complexos que os puzzles na cara que encarei em Lego Harry Potter, os inexistentes de Harry Potter 7.1 e os fáceis de Zelda Spirit Tracks. 

Por incrível que pareça, o jogo está mais bonito que seu antecessor, com modelos menos robóticos e mais semelhantes aos atores, no jogo eles estão bem inseridos nos cenários, que afora pequenos bugs (numa queda - do jogo - eu percebi)  estão melhores e mais detalhados que o anterior. E também mais variados, diga-se de passagem.

E olha pessoal, dessa vez eles colocaram trilha sonora no jogo, viu? A trilha dá o toque exato do que o espera, com bons temas. Diabos, eu não cairia tantas vezes no trecho da fuga da ponte se aquela música não desse o clima de urgência. De qualquer modo, mesmo que você não vá assobiar os temas do jogo, eles são ao menos razoavelmente bons.

Finalizando... Posso estar sendo empolgado demais? Sim, geralmente fanboys de uma determinada franquia passam por cima dos defeitos dela para colocá-la num pedestal e isso pode influenciar em notas de analisadores... Sei, porque já fiz isso e também já fiz o contrário, elogiei algo de uma franquia que não gosto. Mas, voltando ao review, o jogo está bem melhor que o anterior... Só não garanto que você goste, eu fiz minha parte, joguei, gostei e analisei, o resto é com você.

 

Postado dia 28/06/11 por [name] |

Antes de mais nada, esse jogo é louvável por um motivo, é o primeiro jogo de Nintendo DS totalmente desenvolvido por Brasileiros, então apesar dos pesares, palmas para a produtora Overplay. Segundo, esse NÃO é um jogo direcionado ao público masculino, ele foi total e completamente pensado no público feminino de 8-14 anos. Então, a análise será focada nesse grupo em questão.

 

I Wanna Be a Popstar conta a história de uma menina que sonha em ser uma Popstar e forma uma banda junto com suas três amigas. Participando das diversas etapas de um concurso, elas viajam o mundo todo, inclusive o Brasil. História bobinha e rasa, mas de certa forma casa com a proposta do jogo.

 

A jogabilidade é funcional e focada quase que por completo na Stylus, pegando emprestado elementos de Guitar Hero e Elite Beat Agents, são três instrumentos diferentes, mais a dança. A dança e o teclado, são como em EBA, é só questão de Timing, com um Plus a mais na dança, que em alguns momentos, será necessário riscar a tela de toque numa determinada direção, ou dar um simples toque, como antes é necessário ficar ligado na música. 

 

 

Na guitarra e na bateria, a coisa lembra mais Guitar Hero, com a nota descendo pela tela e tendo que tocar o ponto certo. Na bateria é simples, ,basta tocar o ponto do instrumento no momento exato, já a guitarra é dividida em dois tipos de nota, pra se tocar é necessário pressionar um dos direcionais e ou tocar na nota quando ela passar no meio da guitarra (dedilhado) ou tocar na nota e arrastar na direção quando ela passar no meio da guitarra.

 

Há uma customização que garante pontos extras em determinados locais, as roupas podem ser compradas com o dinheiro ganho nas apresentações e treinos. Aliás, é necessário praticar com cada instrumento antes do show, o que já é digamos, estratégia pra alongar o jogo e se torna chato com o passar do tempo, seria até bom se fosse pratica com trechos da música, mas é ela TODA.

 

Outra coisa que o jogo também possui, é um estúdio de gravação, aonde você pode usar todo o seu desconjunto musical e criar uma música. 

 

Graficamente é até bonitinho, e inclusive mais bonito que a versão DS de Rock Revolution, estrelada por Gifs animados que parecem ter saído das mãos de um cartunista ruim... Ufa, acabaram de ouvir meu desabafo sobre Rock Revolution. Enfim, não é uma primazia gráfica, mas não é de se jogar fora, ao menos tudo funciona.

 

Nos sons reside o calcanhar de aquiles do jogo. Apesar de contar com músicas licenciadas, o jogo utiliza músicas sintetizadas, quase midis. Um dos poucos pontos positivos, é que as músicas estão num tom mais alto que a média dos jogos musicais (Em rock band, e band hero por exemplo, elas estão baixas). A seleção não é de todo ruim, mas fica mal olhando num geral. Apesar disso, estão bem executadas.

 

 

Finalizando, não é o jogo que eu recomendaria para você, mas cumpre seu papel de entreter por alguns minutos, caso queira algo mais sério, o DS tem opções melhores. E você pode deixar na mão daquela sua irmã/prima chata (exceto se você for como eu e ter ciúmes de alguém que não seja você tocar no seu DS sem sua permissão.)

Postado dia 14/06/11 por [name] |

Sempre que sai um filme, é quase tradição sair um jogo baseado nele, e há 10 anos a Electronic Arts é responsável pelos jogos dos filmes de Harry Potter (com exceção do Lego Harry Potter: Years 1-4, da Warner Bros/TT Games), e no ano passado, foi lançado o sétimo filme de Harry Potter, que será dividido em duas partes, a segunda estando prestes a ser lançada esse ano. E na cola dele, um jogo para os principais consoles. Veremos aqui se o jogo consegue empolgar tanto quanto o filme.

 

O jogo segue a premissa do filme que se baseia no livro, com modificações óbvias. Após a morte de Dumbledore nos eventos de Half-Blood Prince, Harry, Rony e Hermione resolvem sair atrás das horcruxes, os pedaços da alma de Voldemort. Dois já não existem mais, o diário de Riddle e o anel dos Gaunt. Então, cabe ao trio, sem nenhuma ajuda, achar os pedaços que faltam. E eles já não estão mais na segurança de Hogwarts e é hora de saber se o que eles aprenderam em Hogwarts, servirá para a vida fora da escola.

 

 

O jogo tenta ser de ação, logo na primeira sequência há um (dos poucos) momento rail shooter, aonde você deve tocar no oponente com a stylus para lançar feitiços nele, com a visão em primeira pessoa (similar a Time Crisis), porém não chega a ser muito empolgante. O jogo em si é um rpg de ação, ou quase isso. Você conta com um feitiço básico, e alguns de apoio pra determinadas questões, além do companheiro (podendo ser Ron ou Hermione) ter um feitiço próprio. O personagem se guia com a Stylus, como em Zelda: Spirit Tracks, Lego Harry Potter e Ninja Gaiden, andando normalmente com o toque próximo do personagem e correndo colocando longe. A esquiva é feita riscando a tela duas vezes na direção que se quer esquivar.

Apesar da movimentação do personagem ser realista (ele não se vira instantaneamente, mas demora no processo). Os feitiços auxiliares (e ítens, são acessados por um submenu), que apesar de serem práticos, são ao mesmo tempo confusos. O feitiço auxiliar é feito com uns cliques, mas há um atalho... Que aparentemente só é configurado para canhotos, pois está no botão X, mas a mão disponível está segurando a stylus, o que torna o atalho inútil para destros. O feitiço principal é feito com cliques no inimigo, tornando a partida um metralhar da stylus.

Para recuperação de energia, é necessário encontrar ingredientes pelo jogo (verificando mato, pedra e coisas interagíveis) e aí fazer a poção (com o select). Então, começa um minigame semelhante ao dos jogos anteriores. O jogo é de dificuldade mediana, com um ou dois pontos mais tensos, mas no geral é tranquilo,basta saber gerenciar os itens. A batalha mais difícil é contra o Riddle do medalhão, de resto é mais leve. O jogo também tem o defeito de terminar num momento anticlimax total, ao menos no DS, não passou emoção nenhuma.

 

Graficamente, no jogo possui modelos vistos de cima aceitáveis e até bem feitos, com cenários que realmente passam a sensação de não estar em Hogwarts. (e graças a deus aquela cena lamentável da dança foi tirada... Não minta, você TAMBÉM fez facepalm quando viu) Agora nas cutscenes... Ao invés de vídeos da versão maior, temos modelos poligonais feios e cenários mais ou menos. Sério, o DS tem capacidade de reproduzir vídeos bonitos, as cutscenes animadas de FF IV, abertura e cena inicial de Sonic Colors estão aí pra provar isso. Tudo bem que é um jogo baseado em filme com orçamento curto e prazo apertado, mas Half-Blood Prince no PS2 tinha cutscenes bacanas.

 

Tudo bem, respirem fundo... O jogo não tem dublagem, a trilha sonora, tem... Uma ou duas músicas , e os efeitos são uma porcaria. Sim, esse parágrafo foi bem curto porque não há muito o que falar.

 

Finalizando, Harry Potter and The Deathly Hallows Part 1: The Videogame é dispensável, não é bom, nem ruim, apenas um título feito nas coxas para arrendar algum dinheiro. Se quiser uma boa adaptação, espere por Lego Harry Potter: Years 5~7. É aquele negócio, vale se você for fã, pra apenas UMA jogada, todos os outros, dispensem e vão jogar algo mais interessante.

Postado dia 21/02/11 por [name] |

Dragon Ball Kai: Ultimate Butouden é uma seqüência daqueles jogos de luta para Super Nintendo, que a tela ficava dividida. Naquela a época, a série Butouden já não era muito boa, as lutas não se pareciam com Dragon Ball. Vários anos depois, a série renasce para o Nintendo DS com um novo sistema de luta, uma customização pesada e um Story Mode que engloba todas as sagas do universo Z. Mas, será que tudo isso é suficiente para tornar a série decente?

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